Os Cristãos não são Parvos

Sempre que ouço alguém dizer que "os católicos são os piores" ou que fulano "é muito católico mas é fresco" lembro-me logo do Padre Alberto, homem de profundo conservadorismo, diga-se, que com frequência dizia: "nós somos cristãos mas não somos parvos".

Efectivamente, há uma linha que separa a parvoíce da cristandade. E da santidade? Haverá? Isso já não sei. Mas da cristandade há. E não venham dizer que ser cristão é condição sine qua non para se ser santo, que isso obviamente não é verdade.

Voltando ao assunto, essa linha explica que tantos católicos de igreja sejam espertos e tão poucos sejam burros. E logo vem a crítica dos menos católicos: "São frescos, são...". Mas porque havia um cristão de ser burro? Ser burro não é amar o próximo. Muito menos como a si mesmo.