No início dos anos sessenta, vivia na vila da Sertã uma senhora de meia idade a quem chamavam Emília das Rigolices.
Aos Sábados, a Emília era frequentemente vista na taberna.
Entrava e pedia dois copos de vinho, um para ela, outro para a comadre.
Emborcava o dela e, de seguida, ia até à porta.
Olhava para a esquerda. Olhava para a direita.
Dizia - Não vens? Olha, bebo eu o teu! - e regressando para dentro emborcava o segundo copo também.
Aos Sábados, a Emília era frequentemente vista na taberna.
Entrava e pedia dois copos de vinho, um para ela, outro para a comadre.
Emborcava o dela e, de seguida, ia até à porta.
Olhava para a esquerda. Olhava para a direita.
Dizia - Não vens? Olha, bebo eu o teu! - e regressando para dentro emborcava o segundo copo também.